sábado, 16 de agosto de 2014

Salvem o Burle Marx!!!

Repassando:

O QUE ACONTECERÁ QUANDO CHEGARMOS A 50.000 ASSINATURAS ?
Esse é um número MUITO EXPRESSIVO e FACTÍVEL de se obter, uma meta estabelecida por várias pessoas que vêm se envolvendo no movimento.
O número 50.000 nos dá uma garantia: SERMOS OUVIDOS pelas autoridades que dependem do voto para serem eleitas e se manterem no poder !
Será um MARCO de mobilização social em defesa de um Parque ! Algo único, pela dimensão, na história de São Paulo !
E quem sabe iremos conseguir um número ainda maior, a depender do impacto das matérias que irão ao ar em importante rede de TELEVISÃO no começo de setembro. Não sabemos qual será a reação. No dia em que a campanha foi veiculada na Ana Maria Braga, em 72 horas tivemos 10.000 assinaturas.
Com as 50.000 assinaturas, todas IMPRESSAS, iremos insistir em sermos recebidos pelo Prefeito HADDAD (já estamos trabalhando nesse sentido de marcar uma audiência), entregando o ABAIXO ASSINADO, com a MÍDIA que já manifestou grande interesse em acompanhar !
Quando conseguirmos, vou avisar todo mundo aqui no SOS PANAMBY e quem quiser participar será muito bem vindo !
Afinal, O MOVIMENTO É DE TODOS, e de TODA A CIDADE, não só de um bairro !
E estamos caminhando muito bem !
Quem ainda não assinou pela DESAPROPRIAÇÃO das áreas ao seu redor, salvando 5.500 árvores e cursos d'água, assine a petição ao Prefeito HADDAD. ENTRE NO LINK:
http: //bit.ly/1iMMoz0
COLOQUE SEU NOME, EMAIL, CEP E PAÍS, E CONFIRME !
Abraços do

https://secure.avaaz.org/po/petition/Sr_Fernando_Haddad_Prefeito_da_Cidade_de_Sao_Paulo_Amplie_o_Parque_Burle_Marx_em_SP_desapropriando_areas_verdes_ao_redor/?rc=fb&pv=0

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

E O RACIONAMENTO COMEÇOU!!! Doze horas sem água!!!

Desde às sete da noite de ontem não havia uma gota sequer de água na torneira, como choveu, pensei:
Devem ter cortado por conta de muita sujeira na captação - sempre acontece, depois vem branca de tanto cloro.
Levantando hoje às vinte para as sete, vou à cozinha e...
Nem uma gota!!!
Desesperei!
Nunca ficou tanto tempo assim...
Fui para o quarto já pensando numa estratégia de consumo de água até que voltasse.
Mas... Sempre um mas assola meus pensamentos...
Aquele som de água e ar na torneira me deixou com a pulga atrás da orelha.
Raciocinei: Quando falta água, fica mudo, completamente mudo esse cano, ó pá!
Bem, fui refrescando a memória e me lembrei que a minha querida progenitora saiu por volta das sete ao jardim, quando a namorada do Diego (meu sobrinho) chegou do trabalho e perguntou (presumo que foi ela, porque eu ouvi o diálogo e não estou louca, ainda, perguntei pra mana e ela jura que não falou nada com a mama nesse horário) pra minha mãe o que ela fazia lá fora, sozinha naquele frio, se ela ia sair - ela respondeu - não, não vou sair não...
Enfim, juntando alhos com bugalhos, fui lá no registro da rua e PIMBA!!!

ELA FECHOU O REGISTRO DA ÁGUA!!!

Mamãe estava apenas nos treinando para uma eventual falta de água, sabe como é, precisamos estar sempre afinados com o pior cenário, rs

P.S. - a mama já é idosa, às vezes fica sem muita coisa pra fazer e os dedinhos não param nunca...

terça-feira, 29 de julho de 2014

Sobre cotas...



As pessoas sofrem preconceitos de toda ordem, não é só por cor da pele, porque a pele escura não é raça diferente da branca, amarela, vermelha, parda ou o que seja, senão não poderíamos no português claro e biológico "cruzar" e ter filhos férteis. Somos uma só raça.
Sofri preconceito por ser pobre, por ser baixinha, por ter nascido com deficiência física congênita (operei e fiquei com a coluna ereta - o que me salvou dessa chacota), mas eu jamais me convenci de que era menor.

Em minha época se fazia exame admissional para o ginásio (a quinta série do fundamental hoje) - tive que aguentar as filhas das professoras e dos mais abastados que faziam o cursinho paralelamente ao quarto ano do grupo escolar - faziam questão de falar isso na escola para se mostrarem superiores.

Eu ficava na minha e terminado o ano, me inscrevi, fui lá e fiz a prova - três dias de prova e meu maior orgulho foi que com a minha inteligência e aplicação aos estudos - passei em primeiro lugar - tirei 10 em todas as provas. 

Por isso eu digo - não sou a favor de cotas de forma alguma porque isso sim salienta a discriminação e perpetuação de injustiças, quando se deveria focar e trabalhar no sentido de agregar os "diferentes" (não considero que assim o seja) e não criar regras equivocadas que só farão crescer dentro de todos esse espírito de revolta e "guerra fria" implícita na sociedade como um todo.


Dulceny z 
29/07/2014

terça-feira, 15 de julho de 2014

Ah, viver...

Viver é como permear os espaços, os que existem e os que criamos quando nos libertamos dos excessos.

Dulceny z
15/07/2014
23:46 h

domingo, 13 de julho de 2014

O eterno...

O eterno é um período muito longo, tanto que nós nem mesmo conseguimos imaginar, sequer mensurar - o eterno transcende o tempo e o espaço no constante "é" do Universo criado e incriado.
Ele "é" em cada segundo da nossa existência.

Dulceny z
13/07/2014

10:00 h

domingo, 6 de julho de 2014

Impermeabilidades...

Não seja esponja, assim você fica contaminada, seja impermeável, receba, mas deixe escorrer suavemente por sua superfície, é mais fácil enxaguar e deixar limpo.

Dulceny

06/07/2014

sábado, 14 de junho de 2014

Como se fora brincadeira de roda


Algumas considerações acerca do que vem a ser Liderança. 


Ao me encontrar diante do fato de ter que discorrer sobre o tema Liderança e também diante dos textos pesquisados, fui remetida às minhas remotas lembranças, ainda na infância, um episódio que veio a marcar toda a minha forma de agir desde então. Não que antes não assim agisse, mas foi meu primeiro gesto ante um grupo onde me lembro, uma atitude minha veio a influenciar decisões de um grupo. 

Aos meus nove anos de idade, cursando o terceiro ano do grupo escolar (assim estruturado na época), antes de entrarmos à sala de aula, brincávamos no pátio da escola. Pique - esconde, pega-pega, brincadeiras de roda e tudo o mais que a imaginação infantil é capaz de inventar. 

Naquele dia estávamos a formar uma roda com as colegas de classe. A roda ia aumentando a cada momento até que uma garota, a Cândida, extremamente tímida, retraída, se chegou e entrou na roda, pegando na mão de outras duas colegas. Mal começamos a cantar e girar e uma das garotas, a Cristina, filha de uma professora da escola, se interpôs entre a roda e a Cândida afirmando que ela não poderia brincar conosco. Apontou a Cândida e disse: 

- Ela não! 

Fiquei aturdida ante ato tão proibitivo e perguntei por que motivo. 

Como resposta, informou ela que a Cândida estava com a blusa do uniforme rasgada e que por isso não estava à altura das colegas de roda. 

Mais ainda eu não conseguia entender o que isso diminuía a outra como ser humano. Afinal, a Cândida recebera aquele uniforme da própria escola, sendo ela uma criança carente, sem pais com posses para comprar seu uniforme - naquela época havia a caixa escolar, onde os alunos eram inscritos de acordo com a renda familiar e a escola fornecia a merenda, uniforme e material escolar. 

Assim sendo, sua blusa (artigo de doação), fora recebida com um pequeno rasgo, o qual foi cerzido cuidadosamente e a meu ver em nada a descompunha ao convívio social. Levei alguns segundos a registrar as informações. E, acostumada à convivência com parentes meus de várias classes sociais, de fazendeiros a colonos, vivendo em casas de madeira com chão de terra batida, para mim, todos me eram igualmente queridos, não tive dúvidas. 

Tomei a mão da Cândida e falei ao grupo: - "Vou brincar com a Cândida. Se alguém entre vocês achar que não há nenhum problema em que ela, por que está com a blusa cerzida, brinque de roda com a gente, venha e vamos formar outra roda.". Fiz isso disposta a brincar de corrupio se ninguém se dispusesse a se juntar a nós, mas para minha surpresa, uma a uma deixou a roda em que estavam e vieram a brincar com a Cândida e comigo até bater o sinal para a aula. 

A Cristina naquele momento ficou arrasada, por uns dias não se dirigiu a mim, mas ao longo da nossa vida escolar (sempre caíamos na mesma sala), acabamos por nos tornar boas colegas, fizemos alguns trabalhos em equipe juntas. Há pouco tempo encontrei com sua mãe que me abraçou efusivamente pelo encontro, me contando novidades da Cristina e que sempre se lembram de mim em suas conversas, assim como eu também não as esqueci. 

Quanto à Cândida, na verdade não tínhamos um relacionamento de coleguismo, como falei antes, ela era muito retraída e depois desse episódio passamos a nos cumprimentar apenas, ela ainda assim não venceu sua timidez, mas senti que em seu íntimo ela estava mais segura, nos olhávamos com um sentimento de confiança mútua. 

Essa lembrança me segue vida afora, com ela aprendi que nossas atitudes, o poder de convencimento que somos capazes de ter, a habilidade no uso das palavras, pode influenciar uma ou muitas pessoas, isso é bom? 

Penso que a quem tem essa "facilidade", o cuidado é multiplicado, precisamos ter a perspicácia, o entendimento, a empatia, senso de justiça, tudo isso traduzido em atitudes pautadas na ética acima de tudo. A responsabilidade é grande, o trabalho árduo, ininterrupto, dada à mutabilidade da condição humana. Perseverar, jamais desistir e aceitar as escolhas de cada um, afinal, esse é o papel de um líder, deixar que outros cresçam e assumam responsabilidades, que tenham seus potenciais desenvolvidos e também possam vir a liderar outros grupos ou o mesmo, afinal a vida é um caminho ascendente. A cada dia uma nova etapa, uma novo caminho e no hoje, a satisfação do trabalho realizado ontem, porque ele foi feito com o compromisso de ser executado da melhor forma possível. 

Dulceny Cerqueira Leite 


Escrito no ano de 2008



sexta-feira, 13 de junho de 2014

Analisando o episódio dos xingamentos à presidente no jogo de abertura da Copa no Brasil...

Não comemoro nada disso, a Copa, os gols, porque já não curto a Copa faz umas três Copas; perdi a inocência quanto aos resultados... Mas quanto aos xingamentos, penso mais que seja reflexo da própria gestão que vivenciamos:


Pior que criar monstros é perder o controle sobre eles.
(Frase minha)


"Quando os governantes perdem a vergonha, os governados perdem o respeito".. (Lichtenberg)

Falo do que é o processo, não defendo ninguém, mesmo porque ao ser pronunciado o nome da presidente e do Blatter, ele se levantou e ela na maior falta de educação fez um gesto de finalização e continuou sentada - tanto torcedores quanto ela são mal-educados, uma sequência de atos ignorantes. Ela também como representante do país tinha que aguentar o tranco e se levantar. Ela não se comportou adequadamente ao cargo que ocupa - é minha opinião. Todos errados.

Quanto a criticar essa classe média de ir ao estádio e se comportar mal e que estão contribuindo para a miséria brasileira, digo que tanto governo quanto torcedores gastaram dinheiro para a realização da Copa. 
A diferença é que quem foi assistir gastou do dinheiro que ganha trabalhando, pagando impostos porque se são empregados não há como não pagar, quem é dono do seu negócio, não posso afirmar porque se não sonega imposto, está cumprindo com a pesada carga imposta para que possa gerar empregos e contribuir com a Nação Brasilis, se sonega, se iguala aos que critica e que estão hoje nos representando nas instituições democráticas (?) espalhadas pelo país, municipais, estaduais e federais - agora, o dinheiro dos impostos foram gastos pelo governo para custear essas obras e o evento - a FIFA, os patrocinadores, organizadores, etc - foram isentados de pagar qualquer imposto, ou seja, vão levar o dinheiro embora e passar bem.

Quem os liberou não foram os torcedores que ali tiveram dinheiro para pagar o ingresso, foi o governo. Olhando por essa ótica, então não são os torcedores da classe média que financiaram ainda mais a pobreza do país, mas o próprio governo que desde a gestão do Lula fez questão de se inscrever para sediar esse evento dispendioso.

Nós, enquanto população em geral estamos do mesmo lado, não caiamos nesse jogo que nos coloca um brigando com o outro.

Precisamos uns dos outros para que uma sociedade subsista, há quem empregue e há quem seja empregado. Não temos todos nós o perfil para sermos a liderança e quando temos, precisamos usar de coerência e abusar da nossa capacidade de raciocínio; lembrar que temos a habilidade de influenciar as pessoas, então, pecamos muito se repetimos conceitos que nos foram impostos se não buscarmos analisar a fundo o quadro como um todo, nos abstraindo da situação não deixando que nossas emoções comandem nossas ações.

Uma pergunta geral:

-Onde você considera que se encaixa nas faixas das classes sociais do país?

Todo aquele que estuda, se forma e trabalha faz jus ao salário merecido - porque ficamos lutando por melhores salários e ao mesmo tempo criticamos a classe social à qual fatalmente ascenderemos com a melhoria do salário que tanto buscamos?
Ou queremos apenas que a miséria seja extinta e fiquemos todos ganhando salário mínimo independente da função que exerçamos?

PS.: Brigo por melhores salários sempre - quando era sindicalista e mesmo agora não o sendo mais, mas discordo veementemente do processo de apenas aumentar o piso salarial da base das categorias. Que todos os salários dentro de uma empresa tenham aumento real - o que não vem acontecendo - eles ficam estagnados, apenas com reposição inflacionária - dia virá em que todos estarão nivelados por baixo e isso é absurdo - entendo a distribuição de renda como melhoria geral, aumento da renda per capta e não a diminuição dela.


Apenas o que penso - respeito as opiniões contrárias.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cabeças pensantes

Pensava sobre isso hoje...

Quantas pessoas realmente pensam durante a vida?

Estava refletindo sobre cabeças pensantes - o que seria isso...

Na verdade de quantos pensamentos criativos somos capazes durante a nossa vida?

Quantos na verdade são apenas frutos do nosso condicionamento iniciado já na gestação e repetimos processos mentais achando que são pensamentos, reflexões realmente do nosso espírito?

Não sei, vou pensar um pouco e ver a que conclusão criativa chego, ou se apenas concluirei sobre algum processo pronto e guardado aqui na memória do meu HD...

Dulceny z
05/06/2014
14 h: 46 min

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Me perguntaram... Eu respondi!

É válido um "Cristão" negar a existência do Satanás?

Ser cristão é acreditar no Cristo. 

E Jesus foi "tentado" pelo próprio.... 

Ou estou errada e isso não procede...?

Não sou dada a copiar e colar textos, mas, nesse caso, achei necessário, entenderá: 

A palavra שָטָן (significando adversário, acusador) assim como o árabe الشيطان (shaitan), derivam da raiz semítica šṭn, significando ser hostil, acusar. [2]. O Tanakh utiliza a palavra שָטָן para se referir a adversários ou opositores no sentido geral assim como opositores espirituais. Já o Novo Testamento utiliza o termo como um nome próprio que designa uma entidade sobrenatural que teria se rebelado contra Deus e que agiria contra este (baseados em um texto obscuro de Ezequiel, Capítulo 28, Versículos 12 ao 19 ). O termo grego Σατανάς aparece na Septuaginta e no Novo Testamento. 



Desvendando erros de escrita: 
Um dos problemas bíblicos "mais mortais" é o das traduções. Tendo passado por várias traduções até chegar na versão conhecida atualmente, é evidente que muitas modificações tenham acontecido; a maioria delas involuntariamente. Uma delas é a da confusão entre os termos Satanás, Diabo e Lúcifer. 



Na íntegra, Satanás é um, Lúcifer é outro. Lúcifer seria o famoso Portador da Luz (do latim Lux fero), Phosphoros e Hésperos, o planeta Vênus em seus aspectos matutino e vespertino. Para os fundamentalistas, ele éra um anjo do Altíssimo que se rebelou contra Deus, unindo uma legião de seguidores contra Ele, tendo, posteriormente, sido expulso do Céu pelo Senhor. Como descrito na passagem de Ezequiel acima citada. 



Diabo significa "acusador", do grego diabolos, e pode se referir genericamente a qualquer pessoa que acusa e se opõe a outra. 



Já Satanás teve um caso um pouco diferente. Ele simplesmente abandonou o Javeh, o deus judaico-cristão. Junto levou também os seus seguidores e todos vieram para a Terra, por volta de 300 ou 1.000 mil anos antes do livro de Judas ser escrito. Mais tarde foram presos e o lugar onde estão é "segredo de cristãos". A passagem que descreve este fato, de forma bem resumida - característica do autor - está em Judas 1:6. 



A meu entender, Satanás somos todos nós que ainda estamos engatinhando no caminho da evolução espiritual. "Somos todos farinha do mesmo saco". 
Não adianta criar uma entidade fora e à parte para culpá-la de nossos erros de alvo, bem como também colocar num Cristo fora e à parte a salvação, mas cristifiquemo-nos todos e deixemos nossa personalidade satânica (opositores ao estado Crístico - que é o que Jesus nos mostrou em verdade, a capacidade de realizar o bem que somos em espírito nesse mundo material inóspito) de vez! 
Creio ser uma cristã às avessas, pois não entendo nem uma entidade, nem outra, mas sim estados de alma antagônicos que devemos suplantar e por isso temos encarnado para experienciar ao máximo essa capacidade de transformação.

Divagando sobre assistencialismo...

Respondendo a um amigo sobre a irritação dele ao assistencialismo imperante nos governos de um certo país da América do Sul - Terra Brasilis...

Por isso nunca fui simpática a qualquer benefício agregado ao salário, faça as contas dos gastos todos com a refeição e o transporte mais o convênio médico e veja quanto seria na realidade o salário a receber. Pelo Dieese hoje, abril de dois mil e quatorze, o salário mínimo teria que ser mais de três mil reais (Abril/2014 - R$ 3.019,07), concluo então que mesmo o salário mínimo do país tem caráter assistencialista - pra pensar...

Com o agravante que no caso do salário a pessoa trabalha. 
Retorno incipiente.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Pensando na economia...

Penso que a valorização de qualquer coisa (bens móveis e imóveis, aumentos de salário, etc.), implica na desvalorização da moeda. Numa moeda forte, a meu ver, pela coerência - as coisas valeriam menos - quer dizer - custariam menos, isso sim é valor a mais, ganho real, quando precisamos repor salário e "dar aumento real" significa que a inflação comeu já uma grande fatia.

Bom seria se hoje eu comprasse o pão do café da manhã só com uns centavos...

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Lembranças do "prezinho"


Na saída certo dia...

Meu irmão e eu ficamos no pré esperando alguém nos buscar, eu chorava - esqueceram da gente - e isso muito tempo antes do filme, hahahahahaha
A hora passava e nada...
Eu já estava inconsolável - porque ninguém vem buscar "a gente"?
E a Marilise(prima da minha mãe de dezesseis anos que morava conosco), que será que ela está fazendo que não chega???
Depois de muita canseira, enfim chegou a "princesa".
Daí, a inspetora que quase nos abandonou ali, foi logo dando sermão.
Eu não entendia o que a inspetora falava para ela, a atrasadinha:
-Se acontecer de novo eles vão ser suspensos.

Suspender?
Como assim, onde vão me pendurar????
Hahahahahaha

domingo, 13 de abril de 2014

O que é céu?

O céu é tudo aquilo que sinto em mim visto por meus olhos.

Dulceny z

12/04/2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Oração da Lei de Atração

"Sou responsável..."

"Sou responsável pelo que vejo", que eu só veja a Verdade.
"Escolho os sentimentos que experimento", que eu só escolha perfeição.
"Decido quanto à meta que quero alcançar", que eu só decida pelo perene.
"E tudo que parece me acontecer, eu pedi e recebo conforme pedi".
Que eu só peça o bem, o belo, o bom, o eterno, o útil, o inameaçável.
"Que eu não me engane mais", sou responsável sim, por tudo que me ocorre,de bom e de ruim.
Quero vigiar minha mente, certa e convicta:
o que vejo e escolho,
o que decido e interpreto,
o que peço e sinto,
o que desejo, creio e quero,
pois sou eu que tudo faço,
eu que crio minha circunstância!
A cada instante posso mudar, quero mudar:
escolho outro pensar,
escolho outra vez,
escolho paz!
Só não mudo a Verdade, não mudo Aquele que é,
não mudo o que Sou,
pois Ele e eu...
Somos só Um.
Esse é o SEGREDO!


Namastê

quarta-feira, 26 de março de 2014

Bondade e maldade - o que são?


A bondade e a maldade são extremos de uma mesma coisa - a generosidade, sensibilidade ao sofrimento alheio, a empatia, solidariedade, magnanimidade - diferem apenas na escala de - x a +x. Fazendo uma análise, diria que esse conceito de bondade X maldade está intrinsecamente ligado à capacidade de amar.
Usando também a escala que citei, o amor e o ódio são os extremos da mesma coisa - o sentimento.
Quanto mais eu tiver capacidade de amar, mais bondade que é a expressão externa do sentimento eu farei, quanto menos eu amar, menos bondade serei capaz de expressar em meus atos a ponto de chegar ao outro extremo - ódio, com atos de maldade.
Se quiser ler, Rohden nos dá uma visão interessante sobre a quarta bem-aventurança do Sermão da Montanha

Um trecho: “Pode alguém fazer o bem sem ser bom, porque esse ‘bem” é apenas um objeto — mas ninguém pode ser bom sem fazer o bem, porque esse “ser bom” é o próprio sujeito, que, como o próprio vocábulo diz, “subjaz” (jaz por debaixo) como causa a todos os efeitos, que “objazem” (jazem defronte ou de fora). Não são os efeitos que produzem a causa, mas é a causa que produz os efeitos; não são os objetos, o “fazer bem”, que produzem o sujeito, o “ser bom”, mas sim vice-versa, o “ser bom” produz o “fazer bem”.

Segue o link:

terça-feira, 11 de março de 2014

Estados de ânimo X educação e respeito

Sobre os ânimos alteradíssimos entre lados opostos (seja político, ideológico ou coisa que o valha) - as pessoas não têm papas na língua, ops, freio nos dedos e escrevem palavras de baixo calão - ofensas duras a quem nem conhecem, daí...
No texto abaixo enfoquei a guerra instalada e as batalhas virtuais sobre a política brasileira, mas serve para qualquer posicionamento oposto - tudo vira a mesma coisa - deprimente.

Independente do lado que se opta, o uso das palavras é definitivo para que se siga ou não alguém, os semelhantes em ideias e ideais se atraem, contudo o respeito é imprescindível para ambos os lados, é isso que não vejo, tanto a direita, como a esquerda se digladiam e se achincalham como seres primitivos, vociferam como animais tomados de fúria; cabe aqui a reflexão; a ponderação de quem supostamente queira a vitória, a mudança, o poder, sim, porque o fim na realidade é o poder (a imensa maioria é isso que busca - não sejamos hipócritas) e por isso as pessoas se matam, seja na reputação do outro ou mesmo literalmente.
A todos os que têm o dom da liderança, a consciência de sim, postar-se com o devido decoro é base para qualquer posicionamento de luta, pois a intenção do líder será seguida de uma forma ou outra - o influenciar o outro é inerente ao que almeja liderar ou que seja líder nato - as suas responsabilidades são infinitamente maiores que de qualquer outra pessoa. Os que não querem assumir papel nenhum na representatividade de um coletivo, não que devam, mas podem aí sim, falar, postar, registrar o que bem entenderem - não serão cobrados da mesma forma por isso, mas serão avaliados com toda certeza.

Mas um líder - se o resultado for bom - é pelo esforço de todos, mas se der "merda" - o responsável é ele, então...


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Novelas - alienação do povo? Depende do olhar...


Podem falar mal de novelas, que só levam à alienação, mas se analisar a fundo, essa novela que passa na Globo sobre a tal Comunidade da Felicidade Concreta mostra bem como as coisas funcionam quando "alguém" se arroga o "dever" de melhorar o mundo. A comunidade fica no meio da Floresta Amazônica - ilhada, fechada, fortemente vigiada e quem discorda ou se sente infeliz é colocado na máquina da "felicidade", onde uma lavagem cerebral é realizada com a ingestão de substâncias químicas a fim de "acalmar a fera" e artificialmente provocar-lhe um transe de felicidade (drogado mesmo - no português claro), quem tenta sair - é morto pelos "capitães do mato" literalmente.
Os líderes são todos criminosos que se usam dos inocentes carentes de felicidade úteis e tem na sua cúpula uma guerra entre si pelo poder e estão prontos a eliminar o outro que não compactua consigo ou que quer lhe "puxar" o tapete e o mais interessante - se usam dos capitalistas "gananciosos" para lhes subtrair por convencimento fraudulento os numerários necessários para a manutenção da sua ilha e das suas pesquisas de intenção escusa - só uma comparação com alguma realidade por aí...

Ah, o nome da novela pra quem não sabe: Além do Horizonte.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO DA MÍDIA




O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:


1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais" (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas').

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.