sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Belíssimo!!!



Escultores criam obras de gelo na Bélgica; assista









Um grupo de escultores de 11 países trabalhou durante semanas para criar as obras expostas a partir desta sexta-feira no 7º Festival do Gelo, na Bélgica.Oitocentas toneladas de gelo e neve foram importadas do Canadá e talhadas com ferramentas afiadas para dar forma a personagens de contos de fada.
Coelhos, duendes, anões e até um moinho d'água em movimento foram criados para o festival.

Para os artistas envolvidos no projeto, o festival é uma oportunidade rara de trabalhar com blocos de gelo cristal que chegam a pesar 1,7 mil quilos.
Quem quiser conferir as esculturas geladas terá de enfrentar temperaturas de até dez graus negativos.
O Festival do Gelo fica aberto até dia 13 de janeiro, na cidade de Bruges.

Arte geladaBélgica abre festival de esculturas de gelo. (Clique aqui e veja o vídeo da matéria).



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Cavernas de gelo se formam nos Alpes austríacos; assista

Aquecimento do planeta...


Cientistas propõem milhões de canos no oceano contra aquecimento



Gráfico:
1. Bóia mantem cano em posição;
2. Cano;
3. Válvula mantém fluxo ascendente;
4. Água fria Dois dos principais ecologistas da Grã-Bretanha acreditam que é hora de desenvolver uma solução técnica rápida para mudanças climáticas.
Em artigo na revista Nature, o diretor do Museu de Ciência em Londres, Chris Rapley, e James Lovelock, criador da teoria de Gaia (que vê a Terra como um organismo vivo capaz de se auto-regular), sugerem que se procure aumentar a absorção de CO2 pelos oceanos.
Com o uso de tubos verticais gigantescos, a água da superfície e das profundezas do mar seriam misturadas para fertilizar algas, que absorveriam CO2 da atmosfera.
As águas frias do fundo do mar são ricas em nutrientes. Para promover a mistura da água, os canos flutuariam livremente, criando um fluxo de água de 100 a 200 metros de profundidade para a superfície.

Testes

A Atmocean acredita que uma das formas de vida que podem se beneficiar do uso dos canos é o salp, um microorganismo que excreta carbono em fezes que se depositam no fundo do mar, talvez armazenando carbono lá por milênios.
A idéia já está sendo testada pela companhia americana Atmocean. Seu diretor, Phil Kithil, calcula que a instalação de 134 milhões de canos pode, potencialmente, retirar cerca de um terço do dióxido de carbono produzido por atividades humanas a cada ano. Mas ele admite que as pesquisas ainda estão apenas começando.
"O problema que nos preocupa mais é a acidificação. Nós estamos trazendo para a superfície níveis mais altos de CO2 junto com os nutrientes", diz Kithil.
A empresa afirma que uma outra vantagem de diminuir a temperatura das águas na superfície em regiões como o Golfo do México poderia ser uma redução do número de furacões, que precisam de águas mais aquecidas para se formar.

Nuvens

Lovelock e Rapley sugerem ainda que os canos no oceano podem estimular também o crescimento de microorganismos que produzem sulfureto de dimetilo, uma substância que contribui para a formação de nuvens sobre o oceano, refletindo a luz do sol para fora da superfície da terra e ajudando na refrigeração do planeta.
Rapley e Lovelock dizem que duvidam que os planos existentes para reduzir as emissões de carbono sejam suficientemente rápidos para combater as mudanças climáticas.
"Nós não vamos salvar o planeta por abordagens usuais como o Protocolo de Kyoto ou energia renovável", disse Lovelock à BBC.

A navegação póscanos rsrsrs

Agora vem a parte séria:
Imagine o oceano "cheinho" de bóias ( vide acima ).Agora imagine esse oceano "cheinho" de "barquinhos e naviozinhos lindinhos"...Imaginou???Que dureza!!!Então... Só tomando uma pra encarar, rsrsrs






Sobrevivência em perigo...


Crise ambiental "é risco à espécie humana"








Relatório diz que a falta de água pode ser um problema do futuro



Um relatório da ONU sobre o meio ambiente divulgado nesta quinta-feira afirma que a falta de providências contra alguns dos principais problemas ambientais que afetam o planeta estão colocando em risco a própria sobrevivência da espécie humana.O relatório Panorama Ambiental Global, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), analisa as principais mudanças nas condições da água, do ar, da terra e da biodiversidade do planeta desde 1987 e identifica prioridades de ação. Entre os problemas identificados estão a degradação de áreas agrícolas, o desmatamento, a redução das fontes de água potável disponíveis e a pesca excessiva. "Problemas persistentes e difíceis de resolver continuam sem ser enfrentados, sem solução", disse o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner. "Problemas do passado continuam e novos estão surgindo: do crescimento acelerado das áreas sem oxigênio nos oceanos ao surgimento de novas e velhas doenças, ligadas em parte à degradação ambiental."


Brundtland


O relatório está sendo publicado por ocasião dos 20 anos da publicação do chamado Relatório Brundtland da ONU, considerado importante por ter lançado a idéia de desenvolvimento sustentável como uma das principais defendidas pelas Nações Unidas no que diz respeito ao meio ambiente. Segundo o documento, desde a divulgação do Relatório Brundtland, as condições do meio ambiente no mundo pioraram, pressionadas pelo crescimento populacional e pela falta de empenho das autoridades em resolver as questões. "A quantidade de recursos necessária para mantê-la (a população mundial) supera o que está disponível", diz o relatório. O documento alerta que, até 2025, o uso da água terá aumentado 50% em países em desenvolvimento, e que essa pressão pode se tornar intolerável em locais com escassez do recurso. "A agressão do meio ambiente global coloca em risco muitos dos avanços que a sociedade humana obteve em décadas recentes", diz o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em um prefácio do relatório. "Está prejudicando nossa luta contra a pobreza. Pode até colocar em risco a paz e a segurança internacionais."


Aspectos positivos


O relatório, no entanto, não apresenta apenas conclusões negativas. Ele destaca, por exemplo, que a taxa de desmatamento da Amazônia diminuiu, que a qualidade do ar melhorou na Europa Ocidental e que alguns acordos ambientais importantes foram fechados desde 1987, como o que criou o Protocolo de Kyoto. Mas o documento apresenta muitos outros fatos negativos, que devem ser tratados como "um pedido urgente de reação", diz o documento. "Houve mensagens de alerta demais desde Brundtland. Eu sinceramente espero que este relatório seja o último", disse Steiner. "A destruição sistemática dos recursos naturais da Terra alcançou um ponto em que a viabilidade das economias está sendo ameaçada e em que a conta que vamos entregar aos nossos filhos pode ser impossível de pagar."


Conclusões do relatório:Há indícios "visíveis e inequívocos" do impacto das mudanças climáticas 1,8 bilhão podem enfrentar falta de água em 2025 Exposição a poluentes causa 20% das doenças nos países em desenvolvimento A pesca nos ritmos atuais também é insustentável, de acordo com o Pnuma. O relatório diz que atualmente se pesca 250 vezes mais do que seria possível para manter estoques pesqueiros sustentáveis no oceano.

Mais uma pra deixar claro...



Aquecimento "pode causar extinção em massa", diz estudo



Há 251 milhões de anos 95% das espécies foram extintas


As temperaturas globais previstas para os próximos séculos podem desencadear uma extinção em massa, de acordo com estimativas de cientistas britânicos.
Um estudo, publicado na revista científica Proceedings of The Royal Society, aponta que as temperaturas atuais estariam dentro da mesma faixa das registradas em outras fases quentes da história da Terra, em que até 95% das plantas e animais teriam morrido.
Os especialistas analisaram a relação entre clima e espécies ao longo de 520 milhões de anos e descobriram que houve uma maior biodiversidade durante os períodos mais frios do planeta.
“Esta pesquisa fornece a primeira clara evidência de que o clima global pode explicar variações dos registros fósseis de maneira simples e consistente”, afirmou Peter Mayhew, da Universidade de York.
“Se os nossos resultados se aplicarem ao aquecimento que ocorre atualmente, é possível que a extinções aumentem.”
A pesquisa comparou dados da biodiversidade marinha e terrestre com a temperatura da superfície da água do mar em diferentes períodos ao longo dos 520 milhões de anos.
Os estudiosos concluíram que quatro dos cinco episódios de extinção em massa ocorreram em fases quentes da Terra, em que o calor e a umidade eram predominantes.
Em um desses episódios, relataram os cientistas, ocorrido há 251 milhões de anos, foi verificada a extinção de 95% das espécies.
“Na pior das hipóteses, poderemos vivenciar o mesmo no próximo século, a algumas gerações a frente da nossa”, disse Mayhew à BBC, que pretende agora investigar como as temperaturas os casos de extinção estão relacionados.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Ai do nosso solo...



Etanol é ameaça ao cerrado, afirma relatório da ONU
Relatório analisa desmatamento e degradação da terra

Um relatório divulgado nesta quinta-feira pelo Programa de Meio Ambiente da ONU afirma que o cultivo de lavouras para a produção de etanol representa uma ameaça à biodiversidade do cerrado brasileiro.



Segundo o relatório Panorama do Meio Ambiente Global, "o Brasil espera dobrar a produção de etanol, um biocombustível 'moderno', nas próximas duas décadas".
"Para produzir matéria-prima vegetal suficiente para alcançar esses objetivos, a área cultivada está crescendo rapidamente", acrescenta o documento. "O crescimento das fazendas coloca em risco regiões ecológicas inteiras, como o cerrado."
Em outra parte do documento, a ONU diz que "com o possível aumento da exportação de etanol de países como o Brasil para a Europa, os Estados Unidos e o Japão, está aumentando a preocupação quanto à sustentabilidade de uma produção de biomassa em larga escala".
De acordo com o relatório, esse temor se deve principalmente "ao fato de a terra disponível, além das reservas de biodiversidade, ter que ser dividida para diversos usos, como a produção de alimentos e de vegetais para a produção de energia".
O relatório, de 572 páginas, traça um cenário abrangente das mudanças no meio ambiente desde 1987 e detalha problemas que afetam a água, a atmosfera, a terra e a biodiversidade da Terra.


Amazônia



A situação do Brasil é destaque em vários pontos do relatório, que analisa o programa de biocombustíveis do país, as mudanças no uso da terra nos últimos anos e o gerenciamento sustentável de florestas.
Embora destaque como aspecto positivo a exploração sustentável da floresta por pequenos proprietários de terra da Amazônia, usado como "parâmetro para políticas de desenvolvimento e financiamento de iniciativas semelhantes de gerenciamento de recursos naturais", o relatório diz que o Brasil ainda enfrenta o problema do desmatamento.
"Cerca de 66% da perda global de florestas, entre 2000 e 2005, ocorreu na América Latina, região que possui 23% da cobertura mundial", diz o documento. "A América do Sul sofreu a maior devastação líquida (quase 43 mil km²/ano), da qual 73% ocorreu no Brasil."
"O desflorestamento na região é responsável por cerca de 48,3% das emissões globais de CO2 relacionadas ao uso da terra, com quase metade disso vindo do desflorestamento no Brasil, particularmente na Bacia Amazônica", acrescenta o texto.
O relatório da ONU também destaca o problema da degradação da terra no Brasil e aponta situações "preocupantes" no sudeste do país e nos pampas.
O cultivo extensivo de certas lavouras também é citado com uma ameaça à diversidade do planeta. Um exemplo usado pelo relatório do programa de Meio Ambiente da ONU é o aumento das áreas destinadas ao plantio de soja no Brasil.

Isso que é laboral rsrsrs


Estudantes do MIT desenvolvem 'bicicleta-laptop'

Bicleta permite se exercitar e reduzir consumo de energia


Estudantes do centro tecnológico americano Massachussets Institute of Technology (MIT) desenvolveram um meio de carregar a bateria de um laptop pedalando uma bicicleta.
A idéia nasceu como parte de um projeto para incentivar a redução do consumo de energia elétrica em equipamentos de informática no campus.
Pedalando uma bicicleta ergométrica adaptada, usuários movem um sistema de roldanas que gera energia para alimentar uma bateria tradicional de 12 volts, como a utilizada em carros.
Um adaptador como o utilizado no acendedor de cigarros do carro conduz esta energia ao laptop. Um controlador evita o fornecimento excessivo de energia para o computador.
Em cálculos preliminares, os estudantes estimaram que um ciclista é capaz de produzir continuadamente 75 watts, mais que os 30 watts necessários para alimentar o laptop. No experimento, um dos estudantes produziu 50 watts enquanto checava seus emails.
Participantes do projeto se revezaram para utilizar a bicicleta-laptop, que deve agora ser instalada na academia do campus.
Eles ressaltaram que a idéia não apenas é ecologicamente correta – pois em vez de consumir, os usuários produzem energia – mas facilita a vida de profissionais que têm dificuldade de encaixar os exercícios físicos na rotina diária.